Maxwell, o Bóson de Higgs e as 11 dimensões do Universo

22 mar

Oi gente! Assustaram com o título do post? Pois é, eu também! Mas vou contar o que aconteceu, pra vocês não acharem que eu fiquei doida, pelo menos não por causa disso!

Agora à tarde, enquanto tava procurando as coisas sobre a viagem à Lua e o Júlio Verne na internet, chegou um e-mail meio doido de uma amiga da minha mãe, a Mariana, contando de uma lição de casa da aula de inglês dela. Ela teve que traduzir um texto que saiu na Nature (pra quem não sabe, é uma revista científica bem importante), sobre 150 anos das descobertas do tal Maxwell do título, o LHC (o grande colisor de hadrons, aquele que diziam que ia criar um buraco negro lá na Suíça) e as revoluções que as experiências que estão sendo feitas lá podem provocar na Física. E, como sabe que eu curto Ciência, mandou o texto pra mim, achando que eu podia explicar o que ela não tava entendendo nem em Português!!!

Bom, eu curto Ciência mas não sou nenhum gênio (apesar da minha mãe falar pras amigas dela que eu sou!). Então aproveitei que hoje é dia de Paideia – o programa de rádio sobre ciência que eu costumo escutar, não lembro se já falei dele aqui… – e mandei umas perguntas pro pessoal do programa, pra ver se dá pra entender um pouco… Mas acho difícil… Mais uma vez eu digo: acho que só tendo aulas de Física com o Einstein mesmo!

Então, pra quem quiser saber mais, acho que o Paideia pode ajudar um pouquinho… O programa começa às seis da tarde, no rádio em 95,3 fm (aqui em São Carlos) e tem também na Internet, o endereço é o www.radio.ufscar.br. Achei também uma coluna lá no blog do Prof. Adilson que ajuda um pouco… E aqui embaixo eu coloco o e-mail da Mariana e o link pra Nature, afinal de contas de repente tem algum gênio de verdade circulando aqui pelo blog…

Bjos e até amanhã, que hoje ainda tenho que estudar um monte!

 

“Oi Lau! Tudo bem com você?

Falei com a sua mãe hoje, disse que tinha pensando em você na minha aula de Inglês, e ela falou para eu escrever pra você, que você ia gostar.

É o seguinte: na aula a gente teve de traduzir um texto sobre Física, da Nature, e mesmo em Português eu não consegui entender quase nada!!!! (rs) Aí pensei se você não podia me dar uma ajuda…

O texto falava sobre a relação entre as descobertas do físico escocês James Clerk Maxwell, em 1861 (há 150 anos!), e as experiências que estão fazendo lá no LHC, na Suíça, sabe? Bom, a grande contribuição do Maxwell foi ter mostrado que três fenômenos aparentemente separados – a eletricidade, o magnetismo e a luz – eram, na verdade, um mesmo fenômeno, que ficou conhecido como eletromagnetismo. Depois dele, e de sua teoria e de suas equações, os físicos continuaram trabalhando e construíram o que é chamado de “modelo padrão”, que engloba, segundo o texto, três das quatro forças da natureza: o eletromagnetismo e as forças fraca e forte que atuam nas partículas subatômicas. Mas parece que ficou faltando alguma coisa, e o que eles estão procurando lá no LHC é o Bóson de Higgs, uma partícula que os cientistas acham que deve interagir com os elétrons, quarks e outras partículas, dotando-as de massa. Mas o que é que isso tem a ver com o Maxwell? Então, o texto diz que se for isso mesmo, será possível ao tal “modelo padrão” explicar o Universo como o conhecemos!

Enfim, já não entendi muito coisa até aí, mas tem mais! Parece que o que os físicos querem mesmo é construir uma teoria unificadora que revelará como todas as partículas e forças já observadas são apenas manifestações diferentes de um único sistema, que poderia ser expressado em um único modelo matemático! E aí surgem mais umas teorias que parecem surreais – imagine você que foi o próprio editor da Nature que usou esse termo, “surreal” -, como as da supersimetria, da Teoria das Cordas, do Universo holográfico e a das 11 dimensões…

Acho que já deu pra você saber do que eu estou falando, não? Só uma última coisinha que me chamou a atenção: um físico inglês, chamado John Ellis, fala no texto que o legal mesmo ia ser não encontrar o Bóson de Higgs lá no LHC, porque aí eles iam ter de começar tudo de novo, ter novas ideias… Pode?

É isso, querida. Espero que você possa me ajudar!

Um beijão pra você e dá um beijinho na sua mãe também, tá?

Mari”

É isso aí gente! Alguém se habilita? Ah, aqui vai o link pro artigo da Nature: http://www.nature.com/news/2011/110316/full/471286a.html

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5 Respostas to “Maxwell, o Bóson de Higgs e as 11 dimensões do Universo”

  1. PA março 23, 2011 às 5:23 am #

    Oi Laura

    Puxa…… quantas questões difíceis você lançou com essa história de 11 dimensões do Universo. Parece que o Einsten , que você diz que ainda vai conversar com êle,(eu acho que você está pensando em viajar na imaginação pra gente conseguir consultar o cara). O Einsten tinha incorporado o tempo no seu modo de ver o Universo, com 4 dimensões, e aquela história de contração do espaço-tempo da terra que desvia a luz que vem do sol e que foi verificada pelo cientístas experimentais que no meio de uma eclipse lunar validaram essa previsão (consequência) da sua teoria de relatividade restrita. Mas 11 dimensões? Que diabo é isso? Resolvi pedir pra mãe me levar na casa do tio Pedro em Gavião Peixoto, pertinho aqui de São Carlos, pra saber dele o que ele acha dessa história toda que parece coisa de doido ou de doida ( esse Marquinhos zoa mesmo de você, eim?) O tio Pedro é Engenheiro e trabalha na Embraer fabricando aqueles aviões que eu não sei se você conhece mas que eu já voei neles pra ir pro Rio de Janeiro com a mãe. Parece que ele estudou esse negócio de física nuclear, essas equações de Maxwell e uma tal de física quântica e vou ver se ele ajuda a amiga da sua mãe, a Mariana, a achar umas pistas do porque o editor dessa tal de revista Nature chamou de teoria surreal as proposições dos cientístas teóricos.

  2. PA março 23, 2011 às 6:53 am #

    Laura

    A mãe mandou um email pro tio Pedro e ele já respondeu, Veja o que ele diz:

    PA, meu sobrinho. Sua mãe me pediu, então estou lhe mandando essas reflexões sobre as questões dos cientistas que você está acompanhando pela internet.

    ” Você acredita num Deus que joga dados e eu em lei e ordem absolutas” Albert Einsten em carta a Max Born.

    Talvez essas minhas reflexões possam ajudar a amiga de sua mãe.

    Einsten acreditava ser possível unificar as teorias da relatividade numa unica teoria capaz de explicar sua visão do Mundo real. Durante sua vida as leis do universo que explicavam as órbitas dos planetas tinha penetrado o mundo microscópico das partículas elementares e o modelo do elétron girando em torno de um núcleo parecia-se muito com o da Terra girando em torno do Sol. Um problema experimental havia mostrado a dualidade onda-partícula. O princípio da indeterminação. A luz ora é onda, ora é partícula. Também a Termodinâmica clássica havia servido para muitos problemas práticos com a descoberta da máquina a vapor que mudou a produção mundial da época com os teares tocados automaticamente pelas máquinas térmicas. Max Born na sua tentativa de aplicar a termodinãmica às partículas elementares, criou a termodinãmica estastística, na qual a probabilidade de eventos com as partículas elementares ( as moléculas) ocorrerem, substitui a certeza de uma Lei determinista. Boltzmann havia sido o grande construtor das teorias moleculares no microcosmo e havia ganho o respeito e fascínio dos primeiros trabalhos de Einsten que passaria, como disse, o resto de sua vida atrás da teoria de campo unificada ( sem sucesso até o final de sua vida na década de cinquenta do século passado, acho). A probabilidade da ocorrência de eventos faz parte da Mecanica Quântica e das equações de Schrodinger que de certa maneira confirmam que no mundo microscópico a incerteza na posição-velocidade e na natureza ondulatória-corpuscular apresenta uma limitação para nossas observações da realidade. E daí a questão se “Deus” joga dados ou não para a determinação dos acontecimentos continua. A ciência é limitada. Não possui todas as respostas para nossa inquietações. Mas ajuda em muito a obtermos resultados práticos. Vamos pensar no paradoxo dos irmãos gêmeos do viajante do espaço que você encontrou lá no início dos temas que vocês comentaram. Se um deles viajou para um planeta distante num foguete com velocidade próxima a da luz,quando voltou do futuro e cruzou com a Terra e ainda estava com a velocidade alta, na Terra já havia passado 9 anos enquanto pra ele só havia passado um ano. Mas daí ele teve que passar direto pela Terra no espaço e não parou. Para aterrisar o foguete, seria necessário freá-lo e quando chegasse junto a sua irmã na Terra teria a mesma idade dela.

    É assim também que devemos considerar as teorias físicas e a termodinamica clássica dos processos reversíveis. Tratam de processos ideáis que valem no limite, em condições muito especiais ( muitas das vezes idealizadas). Mas nos dão os limites da Natureza e nos trazem do imaginário para o prático, para o realizável.

    Se para explicarmos uma teoria precisamos criar outra e nosso modelo mental ( e matemático) vai ficando mais complicado, desconfie da teoria. Ela pode levar a proposições surreais segundo, mesmo, o editor da Nature.

    Caro PA espero ter contribuido com seus colegas e com a Dona Mariana no seu trabalho.

    Pedro

    • Laura março 25, 2011 às 8:47 pm #

      Oi PA!!!
      Tá triste comigo? Sumi, né… Mas é que esta semana foi difícil, viu?
      Mas achei o máximo você ter escrito para o seu tio para me ajudar! Confesso que tenho desejado mesmo que numa dessas viagens eu encontre o Einstein, pois cada vez que eu acho que entendi um pedacinho preciso de outro ainda mais complicado para continuar entendendo!! Que nem: o seu tio fala do tal Schrodinger, e se não me engano foi ele que inventou uma coisa do gato estar vivo e morto ao mesmo tempo, que a tia Clau me contou uma vez… Você já ouviu essa história? Esta sim é bem louca é difícil de entender!
      Mas gostei do que o seu tio disse, sobre o que podemos imaginar e aquilo que aplicamos na prática… Tem a ver com toda essa minha história e, principalmente, com a conversa do H. G. Wells com o Julio Verne que eu presenciei… ops, imaginei!!! Mande um beijo para o seu tio, e agradeça muito, tá? E vê se não fica bravo comigo e aparece de novo!
      Um beijo,
      Lau

  3. teoria dos universos fevereiro 20, 2012 às 6:42 pm #

    TEORIA DOS UNIVERSOS

    sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012

    Postado por TEORIA DOS UNIVERSOS às 09:10 0 comentários Enviar por e-mail
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    A TEORIA DOS UNIVERSOS
    A TEORIA DOS UNIVERSOS
    Vou dizer algo que com certeza irá contra todos os conceitos científicos. Tenho absoluta certeza de que o nosso universo não é infinito. Tampouco é o único. Ele é finito e apenas mais um. Isto mesmo, por mais incrível que possa parecer, ele é apenas um “grão de areia” frente a imensidão infinita. E assim como ele, existem outros universos espalhados “por aí”. Todos englobados em um sistema, que juntamente com outros sistemas, formam algo ainda maior, que por sua vez, também está englobado em “algo”. E assim, sucessivamente. Devemos entender que tudo que existe, nada mais são que células de um “corpo”, que também é célula de outro e assim sucessivamente. Tudo que existe, segue uma seqüência infinita; planetas, galáxias, universos, sistemas…
    Já que existem diversos sistemas, acho que por questões de identificação, o nosso deveria ter um nome próprio, e por isso, desde o início de minhas pesquisas, o chamo de SLIDE 2.
    Jamais seria possível a ocorrência do “big bang” para o surgimento de nosso universo, sem a existência de SLIDE 2, neste caso, nada surge do nada. E sabendo que existem outros universos e outros sistemas, não há como falar em apenas um “big bang”. Houve e sempre haverá diversas explosões em outros sistemas. E o que é mais interessante é que elas são infinitas, ou seja, sempre irão surgir novos universos, sistemas… Melhor exemplo disto são as galáxias em “nosso” universo, que se formam no decorrer do tempo.
    E a prova mais fantástica desta teoria, é que tenho absoluta certeza, de que as galáxias de nosso universo, apesar de estarem em constante expansão, respeitam a finitude de nosso universo, se extinguindo ou apenas se “ajeitando”. Como? Simplesmente se locomovendo! Isto mesmo! Estou afirmando que as galáxias de nosso universo, se locomovem!! Quer algo ainda mais polêmico? Elas se locomovem para um mesmo “lugar”!!! E para que aja esta locomoção conjunta e ordeira, também tem que haver uma força conjunta e ordeira, algo semelhante a um “vento” gigante, que “empurra” delicadamente estas galáxias sem desmanchá-las. Esta força enorme, jamais teria como surgir em nosso próprio universo. É algo que vem de “fora”. Algo que vem de SLIDE 2. Assim como acredito que existam “portas” nos “muros” que “cercam” os universos e que estas “portas”, “sugam” “coisas” de nosso universo, levando-as para SLIDE 2, existem outras que fazem o inverso, e “assopram” “coisas” dali, para nosso universo. E vejo nisto, a explicação para a “força” que locomovem nossas galáxias. Seriam os “buracos negros” algumas destas portas? Sim! São eles que fazem as ligações entre os universos e SLIDE 2. Nas portas de nossas casas, existe um “filtro”, onde só entra quem a gente quer, nestas “portas” universais, ele também existe e somente passa por ali, o que este filtro permite. Poderia então passar “vidas”?
    Muitos argumentam sobre a existência de vida fora de nosso planeta. Sobre locais propícios para o surgimento e a manutenção desta vida. Vez ou outra divulgam descobertas, que acendem esta idéia. Tempos depois, estas labaredas se apagam devido a novas descobertas.
    Acho muito egoísmo e burrice, pensar que universos e “coisas” ainda maiores e infinitas, “girem” em prol de algo microscópico como nosso planeta. Talvez, nossa galáxia, até faça isso para nós. Assim como nosso universo também o faça para nossa galáxia (via láctea). Mas nada com exclusividade, pois tudo que existe tem a mesma importância. Vou explicar; a “vida” que conhecemos até então, é parasitária, e como tal, destrói seu hospedeiro, neste caso e neste momento, a Terra (que realmente foi feita para ser destruída. Explico depois). Depois que tudo for “sugado”, este parasita precisa de um novo hospedeiro (vejamos um cão que infestado de parasita, se não cuidado, acaba morrendo, e quando isto ocorre, eles trocam de “lar”). E qual planeta seria o novo hospedeiro? Não vou me arriscar a dizer qual seria, mas tenho certeza de que por causa de longas distâncias, “bloqueios” e grandes “ofertas” de planetas, seria algum de nossa galáxia, ou seja, da via láctea. Mas, neste momento existe algum com possibilidades de receber estes hóspedes? Diante de nossas limitações cientificas, não há como afirmar isto. Mas uma coisa é certa (se isto ainda não existe), durante o passar dos tempos (em milhões de anos) os planetas vão se modificando, e no tempo oportuno, um (ou mais), estará propício a receber-los. Lembrando ainda, que esta vida será transferida, não da forma que a conhecemos, mas sim de uma forma primária e bem rude. Isto ocorre, pois de acordo com a “destruição” causada pelo parasita (e pela ordem natural. Explico depois), eles vão se modificando e se adaptando para sobreviverem a meios inimagináveis. Darwin, já explicou que só os mais adaptáveis e “fortes”, sobrevivem (aproveito para afirmar, que quanto menor, mais “forte” será, é por isso que vejo as bactérias no topo da evolução, bem acima do homem). Sendo assim, esta forma rude, primária, adaptável e “forte”, se adaptaria a locais tidos por nós, como os mais inóspides possíveis. E tanto estes locais quanto estes “hóspedes”, iriam evoluindo juntamente, até que milhões de anos depois, o ciclo se repetiria e a vida seria igual ou se aproximaria da que conhecemos hoje.
    Mas como pode ocorrer esta “transferência” para locais tão distantes? Pode ocorrer de várias maneiras, mas a que vejo com maior importância, é de que seja feita através de cometas, que a meu ver, são verdadeiros “espermatozóides” espaciais. Isto já ocorreu diversas vezes e continuará ocorrendo. A vida primária que apareceu na terra veio transferida de outro planeta. Também diante de nossas limitações, ainda é impossível dizer qual, mas Marte me chama bastante a atenção por causa de sua característica bastante peculiar, seu solo desértico e desgastado, aparenta ter sido “vitima” destes parasitas. Além de sua proximidade com a Terra.
    Prometi explicar sobre a destruição da Terra; temos que entender que tudo tem um início, um meio e um fim, uns mais duradouros, outros menos, mas em se tratado do nosso assunto, devemos entender isto, em milhões de anos. Desde o início dos estudos astronômicos até hoje, em nossa galáxia, foram descobertos nove planetas, isto até então, pois a previsão é que se descubram outros. É aí que entra uma grande contradição; se vez ou outra aparece um planeta, nestes milhões de anos, eram pra haver centenas deles em nossa galáxia, certo? E eles realmente existiram, mas para onde foram? Posso dizer sem medo de errar, “caminharam” em direção ao nosso sol, onde serviram de combustível para que ele permaneça aceso. Muitos dirão que isto é impossível, pois os planetas jamais saem fora de suas “trilhas”. Mas isto não é verdade, para que tivéssemos certeza por tal afirmação, teríamos que estar monitorando microscopicamente o nosso universo, ou pelo menos a via láctea, há milhões de anos. Em cada volta em torno do sol, a Terra tem um deslocamento imperceptível através de nossos aparelhos. É um deslocamento “efeito funil”, sempre indo em direção ao sol. Isto ocorre, por questões do magnetismo solar ser maior que o terrestre. Um imã maior atrai um imã menor, e não o contrário. Em uma explicação grosseira, nossa galáxia é uma pia, o sol é o ralo e os planetas a água, que vai circulando até entrar no ralo. A diferença é que a na pia, tudo ocorre em segundos, e por isso pode ser visto. No outro caso, tudo ocorre em milhões de anos. É uma questão de relatividade. Aos oito anos, queimei minha mão, fazendo um teste; gotas de água colocadas em uma vasilha engordurada, afunilada e com um pequeno furo no centro, ficavam rodando na vasilha, quando o centro desta, era colocado no fogo. Rodavam como se estivessem em um funil, até caírem no fogo que estava no centro. O mesmo fiz com pedaços de chumbo em uma colher ovalada, e o resultado foi o mesmo. Seria a via láctea ovalada?
    Para se manter aceso, o “grande predador” precisa de combustível, e planetas são os melhores combustíveis para ele. E quando acabarem os planetas? O sol simplesmente se apagará depois de passar por diversos efeitos, incluindo explosões gigantescas. Quer uma prova mais lógica desta teoria? O aquecimento global! Há quem diga que isto se deve aos danos causados pelo homem, mas isto não é bem a verdade, o homem contribui sim para isto, afinal de contas é um parasita, mas mesmo sem a sua existência, o planeta Terra caminharia para a extinção, pois repito, naturalmente ele nada mais é que um combustível para o sol. Efeito estufa e outros argumentos nada mais são que tentativas de explicações absurdas, de que a natureza é perfeita. A temperatura terrestre tende a aumentar gradativamente, oceanos secarão, nações inteiras entrarão em uma “onda” ambientalista, mas por mais que façam e até adiem um pouco, a Terra (e os outros planetas) continuará “caminhando” em direção ao sol. E quando chegar a este destino, naturalmente haverá uma explosão, que mandará fragmentos por grande parte da via láctea. Estes fragmentos “infestados” de vida, depois de viajarem por nossa galáxia, “apearão” em diversos locais e no mais propício, darão início ao mesmo ciclo que ocorreu na Terra. Esta poderia ser mais uma das possibilidades de envio (ou transferência) de “vida” para outro hospedeiro, onde o ciclo evolutivo se reiniciaria.
    Mas quem destruiria a Terra? Os “parasitas” ou o “grande predador”? Explico; tudo ocorre simultaneamente. O sol, apenas dá o “golpe final”. Quando isto ocorrer, devido as condições adversas, somente os seres mais resistentes, estarão habitando a Terra, e serão estes seres, os responsáveis em iniciar o ciclo em outro local. Devemos lembrar que há comprovação, de que as bactérias são os seres mais antigos na Terra. Estão por aqui, a bilhões de anos, sendo portanto, os seres mais resistentes. E não me surpreenderia saber que de alguma forma, algum tipo delas, possa sobreviver a ambientes mais inóspitos possíveis, mesmo ao calor extremo do sol ou que carreguem traços de genes humanos dentro de si, para espalhar a vida pelo universo e até mesmo para outros universos e sistemas. Basta observar em simples microscópios para se ter esta idéia. Sendo assim, é bem possível que traços de DNA, possam viajar pelos “sistemas” através da luz ou de algo mais veloz, pois não acredito que a luz seja o mais veloz, acredito que assim como os “sistemas” são infinitos, a velocidade também seja, sempre aparecerá algo mais veloz. Isto porque, diante da imensidão infinita dos “sistemas”, a velocidade da luz, é insignificante. Ela pode ser veloz no nosso universo, mas insignificante no infinito. Ou seja, a transferência em nossa galáxia ocorrerá através dos fragmentos “infectados”, já para fora dela, os cometas fariam melhor esta função. Mas e pra levar esta “vida” para outros universos contidos em SLIDE 2? Ora, a luz seria a melhor idéia. Vejamos, a luz que naturalmente é branca, ao passar por um “objeto” adquiri sua cor, retirando deste objeto “coisas” que serão transferidas para outros locais. Seria a luz (ou algo mais veloz) responsável em polinizar SLIDE 2 e outros “sistemas”? Devemos lembrar que buracos negros (portas?) “sugam” até mesmo a luz.
    Mas voltando a questão inicial, quero dizer que em outros universos, existem vidas, é quase impossível imaginar um contato, pois existem “bloqueios” naturais, mas uma coisa é certa, não é nenhum tipo de vida muito diferente da existente na Terra, pode estar em um estágio evolutivo diferente, mas com certeza é o que fomos ou o que vamos ser. Simplesmente por que (devido às transferências) faz parte de nossa mesma “vida”.
    Quando tinha uns dez anos, entrava escondido, em um pequeno posto de saúde que funcionava nos fundos da casa onde minha mãe trabalhava. E ali, havia um pequeno e rudimentar microscópio, com o qual eu podia ver “universos” dentro de coisas muito pequenas. Aquilo me deixava pasmo, ficava imaginando… Será que aquelas formas de vida microscópicas de um determinado objeto, tinham ciência ou contato com as de outro objeto que estavam a poucos metros? Provavelmente não! Pois para elas, haviam bloqueios e distâncias insuperáveis. A única forma de superar isto, seria se alguma “força” externa, o fizesse. Caso contrário, elas teriam que “acreditar” que só naquele objeto-universo, houvesse vidas. É incrível! Diante de nossa concepção, sabemos que aqueles objetos repletos de seres nanômetros, jamais podem ser tidos como planetas, galáxias, universos ou outros sistemas, mas (se pensassem!), será que aqueles seres, pensariam assim? È interessante observar, que somente dentro de um único corpo humano, existem trilhões de bactérias. Que tem este corpo como universo, sem saber que fora dele, existem outros universos, englobados em um sistema ainda muito maior e infinito. Assim é a teoria dos universos.

    A TEORIA DOS UNIVERSOS
    IBIRITÉ-MG-BRASIL- 1985
    ADILSON JOSÉ CAMPOS
    Postado por TEORIA DOS UNIVERSOS às 08:59 0 comentários Enviar por e-mail
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    • joão carlos março 26, 2012 às 12:30 pm #

      Que loucura! Sempre aprendi que existe apenas um universo e que ele é infinito, agora me aparecem está nova e real possibilidade.Esta teoria dos universos é muito maluca e legal ao mesmo tempo. Acho que este Adilson José campos(o que é Ibirité?), deve ter vindo de outro universo… Gostei!

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