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Calendário Floral

17 maio

Oi pessoal, td bem?

Olha só, o pessoal da minha sala sempre fica doido quando a professora de bio trabalha com os tópicos de botânica. Todos acham sem graça e tals…Bom, mas eu achei um blog super maneiro, o Calendário Floral. Ele é produzido pela Carol e mostra que botânica pode ser muito, mas muito bacana. O blog dela ainda tá no comecinho, mas já tem umas coisas muito legais. Corre lá pra ver, é só clicar na imagem aí de baixo:

Bom, corram lá pra ver e depois me contem o que vcs acharam.

BJOKS

LAU

Paradoxo

8 abr

Oi pessoal,

Olha só, hoje quase que eu quebro o outro braço! Estava eu correndo atrás do Marquinho e atropelei o prof. de física…..hahaha, quase foi todo mundo pro chão. Não aconteceu nada mais grave, mas o prof. me falou uma coisa de um tal de Aquiles e um negócio de tartaruga. Nem preciso dizer que não entendi nada né? Bom, mas eu fui correndo perguntar pro prof. Pedro. Expliquei td direitinho e ele disse que o que o Prof. Ricardo disse tinha algo a ver com o Paradoxo de Zenão.

Imagina, eu já não sabia nada do Aquiles e tartartaruga que dirá desse tal de Zenão! Pra falar a verdade eu nem sabia direito o que era um paradoxo, mas o pedro, como sempre começou do começo…..hahaha.

Bom, ele me disse que um paradoxo é alguma coisa que apesar de parecer verdadeira, é cheia de contradição, como essa figura doida que eu coloquei no post…..rsrsrs. Para exemplificar isso, o Pedro até cantarolou um trecho de uma música do Almir Sater e do Renato Teixeira. Essa aqui ó:

Você perceberam, ela começa assim: “Ando devagar porque já tive pressa”. O Pedro disse que a frase faz sentido dessa forma, porque o cantor  diz que anda devagar porque um dia  já teve pressa, ou seja,  quer dizer que aprendeu que as coisas devem ser feitas com mais calma.Mas se a gente mudar a frase   e disser “ANDO DEVAGAR PORQUE TENHO PRESSA” seria um paradoxo, afinal quem tem pressa anda rápido!  

Bom, até entendi essa explicação do Paradoxo, mas aí tem o negócio do tal do Zenão, que é esse da estatua aí de baixo:

Esse Zenão era uma daqueles filósofos gregos meio doidões e ao mesmo tempo brilhantes. Ele era tipo especialista em criar paradoxos baseados na lógica e um deles fala da corrida do Aquiles com a Tartaruga. O negócio é mais ou menos assim:

Se o Aquiles fosse apostar uma corrida  uma tartaruga e ela tivesse uma vantagem de largar na frente, o Aquiles nunca iria alcançá-la. Para a gente entender, vamos supor que eles vão competir em uma corrida de cem metros, só que a tartaruga largaria 80 metros a frente do Aquiles.  A  velocidade do Aquiles é de vezes maior que a da tartaruga. Então, enquanto ele percorre os 80 metros que o separavam da tartaruga, ela já teria andado mais oito metros. Então quando ele percorre os oito metros, ela já andou mais 80 centímetros. Quando ele percorre esses 80 centímetros, ela já teria percorrido mais 8 centímetros. Quando ele percorre esses oito centímetros, ela já teria percorrido 8 milímetros e assim, sempre que ele percorresse a distância que os separava, a tartaruga já teria andado um tantinho a mais e, por isso, ele correria infinitamente sem nunca alcançá-la! Como na figura:

Massa né? Só que apesar dessa lógica estar totalmente certa, o Pedro disse que não se aplica á realidade! Ahhh, mas se você quer saber vai ter que esperar meum próximo post ou ouvir minha próxima aventura….hehehe.

Bom, por hj é só gente! Bjks e até… :)))

Experiências imaginárias

16 mar

Oi pessoal, como eu suspeitava o novo professor de literatura é meio esquisito. O nome dele é Pedro e além dele dizer que nós precisamos aprender a “ler” os livros (como se já não soubéssemos né?!?!), ele falou sobre umas coisas de “experiências imaginárias”e fez um exercício com a gente sobre isso. Ele pediu pra que a gente imaginasse que estava chupando um limão e de repente todo mundo começou a salivar. Mas isso não é o pior, ele deu uma tarefa pra gente, assistir a um  filme antigo chamado “A máquina do tempo”. Bom, eu adoro filmes de ficção científica, mas esse é esquisito, não tem aqueles efeitos especiais que a gente vê nos filmes de hoje. Ah, eu até achei um trechinho dele na internet.

Bom, mas ainda não assisti inteiro não, só vi esse trechinho. Agora vou correndo pra aula pq o intervalo já acabou e o Marquinho e a Paty já foram pra sala. Depois conto mais sobre o filme e sobre as tais experiências imaginárias.

Até  🙂