Tag Archives: meio ambiente

Vamos ajudar no combate ao Aedes, pessoal :)

7 mar
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Vamos acabar com o Aedes!!! Mobilize sua escola :)

22 fev

Que curso eu faço? Engenharia Ambiental – UFSCar – Lagoa do Sino

12 jun

Venenoso ou peçonhento?

5 mar

 Oi gente! Tudo bem com vocês?

Faz muito tempo que não nos falamos, não é verdade? Pois bem! Nesse meio tempo, aproveitei bastante as férias e visitei vários parques diferentes, afinal, como vocês sabem, adoro bichinhos!  🙂

E estive pensando… é preciso ter cuidado com alguns deles, como por exemplo, cobras, aranhas, escorpiões e até, vejam só, sapos!!!! Isso porque esses animais podem ser venenosos ou peçonhentos.

Mas qual será a diferença entre eles?? Bem, fui pesquisar um pouco e descobri que  os peçonhentos são aqueles que possuem glândulas de veneno que se comunicam com dentes, ferrões ou aguilhões, por onde o venenopassa ativamente, ou seja, possuem um mecanismo que os permite injetar sua peçonha no organismo de outro animal. Exemplos bem comum são algumas cobras.

Já os venenosos são aqueles que têm toxinas que fazem mal mas não têm nenhum aparelho que injete esse veneno. Por isso, dependem do contato  para a liberação da toxina, como no caso de alguns sapinhos.

Olhem só este que encontrei:

Phyllobates terribilis

 

Esta rã, tão lindinha, chamada Phyllobates terribilis, é uma das mais venenosas do mundo e também vive na Amazônia. Para se ter uma idéia do veneno, galinhas e cães que entraram em contato com um papel toalha onde a rã andou, morreram. O veneno dela provém de insetos venenosos que fazem parte de sua dieta. Isso explica porque ao longo do tempo em cativeiro, o P. terribilis perde lentamente seu veneno. Para se ter uma idéia do poder letal do veneno, dois décimos de micrograma desta toxina pode matar um humano em poucos minutos. Cada rã adulta contém 200 microgramas em sua pele.

Os índigenas pegam estas rãs com muito medo e passam as pontas das flexas nas costas delas. Depois de esfregadas, as flexas ficam letais por mais de dois anos. Assim eles podem caçar macacos e outros animais com mais facilidade.  Que coisa, não?

Mas nem sempre os venenos dos animais são tão ruins assim. Existe, por exemplo, um remédio para problemas de hipertensão desenvolvido a partir do veneno de uma jararaca. Então os venenos podem sim, ser uma substância do bem pra gente.

E lembrando que os animais não são maus por conta disso, apenas têm nesses venenos sua forma de defesa. 😉

E olhem só que legal esse video com uma animação sobre o tema. Está legendado em português e vale a pena assistir 😀

Bom, é isso, pessoal! 

BJKS

LAU

Gente como água ou água como gente???

11 out

Oi pessoal, td bem?

Que saudade que eu fico de vcs!!!! 🙂 Mas sabe como é, tô estudando muito pro vestibular, afinal quero ser uma super cientista como a minha tia 🙂

Bom, entrei aqui hoje pq fiquei intrigada. Calm, eu explico!!!

Me passou uma pergunta bem doida pela cabeça, como a gente seria se tivesse as propriedades da água? Tá, vão dizer que nosso corpo tem mais de 70% de água e tals, mas já pensou ser água de verdade?!?!?! Bom, a partir dessa dúvida surgiu outra, só que inversa: E se a água se comportasse como gente?!?!?!?! Bom, obviamente só usando a imaginação para responder essas perguntas,  e foi o que o pessoal do vídeo aqui embaixo fez!!!! Imaginaram a água como uma pessoa e, além disso, uma pessoas fazendo terapia. Dá uma espiada:

 http://d31lswsn1fcyhi.cloudfront.net/encoded_videos/16341/999ae925be124f150de202e01d27d42060f7e4fb.mp4?1356998400

Bacana né?!?! Eu sempre digo, nossa imaginação pode tudo.

Até mais gente, em breve trago novidades.

BJKS

LAU

Mulheres Cientistas

8 mar

Oi gente, td bem?

Hoje é o o Dia Internacional da Mulher e eu não poderia deixar uma data tão importante passar batida!!! Por isso,  resolvi retomar um tema que eu A-D-O-R-O: As mulheres na ciência 🙂

Para isso vou falar um pouquinho de uma cientista da qual sou uma super fã a Dra. Jane Goodall, essa da foto aí de baixo:

jane

Ela é etóloga, primatóloga e antropóloga e dedicou grande parte de sua carreira pesquisando o comportamento dos chimpanzés.  Durante o tempo que passava nas florestas em contato direto com esses animais, ela provou que os chimpanzés compartilham muito mais coisas com os seres humanos do que simplesmente uma grande parte do material genético.

Mas tem muito mais coisas interessantes na carreira dessa super cientista! Além de manter suas pesquisas — que renderam diversos prêmios científicos — ela também tornou-se uma super ativista  da conservação do meio ambiente e dos direitos humanos. Devido a isso ela ganhou   o título de Mensageira da Paz da ONU. Atualmente ela dedica-se ao seu instituto  e roda por todo o mundo participando de conferências e discutindo novas possibilidades para um mundo melhor 🙂

Bom, achei uma entrevista bem bacana dela. Dá só uma olhada:

Para conhecer mais sobre o Instituto e sobre o trabalho dela é só entrar no link abaixo:

the Jane Goodall Institute

Ahh!!!! Aproveitando essa data tão especial, aproveite para dar uma relembrada no post sobre outra suuuuuper cientista:

Madame Curie

Espero que tenham gostado! Tô ansiosa para ver os comentários 🙂

BJOKS

LAU

Um oásis no meio do canavial

1 mar

Oi pessoal, td bem?

Bom, hoje meu post é sobre um lugar fantástico que eu conheci durante uma atividade de educação ambiental lá da minha escola. O nome desse lugar é Estação Ecológica de Jataí e fica em uma cidade chamada Luiz Antônio, no Estado de São Paulo. Bem, mas você deve estar se perguntando o que é uma Estação Ecológica, né? Então vamos lá, as estações ecológicas são Unidades de conservação de proteção integral, ou seja, nada, mas nadinha mesmo pode ser retirado lá de dentro. Além disso, a entrada de pessoas também é restrita, e isso só ocorre em atividades de educação ambiental — como a da minha escola — ou em atividades de pesquisa.

jataí

A área total do Jataizão — como o pessoal mais antigo de lá chama — é de 9.074,63 hectáres, o que representaria mais ou menos uns 10 mil campos de futebol. A área era uma antiga fazenda de café e de gado e, posteriormente, foi transformada em área de preservação. A vegetação que cobre toda essa área é composta por cerrado — principalmente o chamado cerradão –, matas ciliares e áreas alagáveis. Os pesquisadores que encontramos por lá disseram que é justamente pela existência desses diferentes ambientes que a estação ecológica apresenta uma biodiversidade tão grande. Lá no Jataí tem onça-parda, jaguatirica, lobo-guara, tamanduá-bandeira e um montão de outros animais. O jataí também tem uma grande quantidade de lagoas marginais que servem como criadouros de peixes e milhares de insetos como essa borboleta que gostou da minha mão 🙂

borboleta

O mais incrível é que essa baita matona fica em uma região onde quase toda a paisagem é dominada pela monocultura de cana, o que acaba trazendo muitos problemas para própria existência do Jataí.

Bom, andei dando uma pesquisada e descobri que existem mais de 200 trabalhos científicos publicados sobre as pesquisas realizadas nessa estação ecológica, é só dar uma procurada com o buscador que vocês podem achar. Ah, tb descobri que além de ser uma área com uma riqueza ambiental tão grande, ela tb tem muitos aspectos históricos bacanas, como por exemplo a história do Dioguinho, que era uma espécie de cangaceiro que atuava por lá no final do séc. XIX, é esse da foto aí embaixo:

DIOGUINHO DIOGO DA ROCHA FIGUEIRA

Durante o nosso passeio por lá até visitamos a chamada “Cruz do Diogo” que o pessoal mais antigo de lá explicou que é onde está enterrado o irmão do Dioguinho — morto em um confronto com a polícia. Além dessa história, tb conhecemos as ruínas do Porto Jataí, que  fica na beira do rio Mogi-guaçu e sevia para as barcas à vapor que transportavam café se abastecerem. Nossa…mas tem muito mais história, os pesquisadores disseram que quem as contou foram dois antigos moradores de Lá, o Seu Horácio e o Tiãozinho, mas os dois já não estão mais vivos, uma pena, gostaria muito de ter conversado com eles, afinal o pessoal disse que eles conheciam aquilo como a palma da mão deles!

O passeio foi o máximo e aprendemos tanta coisa que nem cabe em um post só. Prometo que vou fazer outro posta sobre o Jataí 🙂

Bom, quem quiser saber um pouco mais pode acessar o blog da Estação Ecológica:

Estação Ecológica de Jataí

Ou assistir o vídeo:

Biodiversidade: Estação Ecológica de Jataí

Bom, pra encerrar eu deixo um desafio pra vcs….hehehe. Quero saber se alguém consegue me dizer o nome científico desse lindo insetinho que estava escondido na folhagem:

Grilo Jataí1

Bom, é isso gente! Quem souber responder minha perguntinha é só deixar um comentário. Em breve escrevo mais sobre o Jataí 😉

Bjks

LAU

Ciência Cidadã

29 jan

Oi gente, tudo bem?

Descobri uma coisa suuuuper bacana sobre Ciência e como a gente pode participar ativamente de algumas pesquisas sem que, necessariamente, sejamos cientistas profissionais. Obviamente, corri para compartilhar com vcs 🙂

Bom, vc deve estar se perguntando: Qual é essa grande descoberta da Laura?

Ahhhhh, então vamos lá! Vamos falar sobre Ciência Cidadã!!!!!

Bem, descobri que esse é o nome que se dá para as pesquisas que só podem ser realizadas com a ajuda de um número muito grande de participantes, seja para a coleta de material ou, ainda, para análise de dados. As primeiras práticas que adotaram esse tipo de procedimento eram voltadas a mapear com precisão as correntes marítimas. Os cientistas lançavam várias garrafas numeradas ao mar em ponto específicos. No interior das garrafas eram colocadas mensagens pedindo a quem encontrasse que enviasse os detalhes sobre a localização, a data e as características do local onde a garrafa foi encontrada. A partir desses dados, os cientistas puderam traçar as correntes com maior precisão. Olha só uma imagem de uma dessas mensagens:

mensagem

Há algum tempo, uma dessas garrafas foi encontrada quase 100 anos depois de lançada, olha só que bacana:

MENSAGEM NA GARRAFA

Pois bem, muitas outras iniciativas desse tipo foram concebidas, mas com as facilidades oferecidas pelos meios de comunicação essas práticas sofreram um verdadeiro Boom!!!! Vários projetos dependem desse tipo diferente de fazer ciência. Na Astronomia, por exemplo, os pesquisadores têm uma imensa quantidade de dados e de imagens que dependem da ajuda de uma vasta rede de cientistas cidadãos para serem analisados. Muitos asteroides, por exemplo, só foram identificados graças a essa turma 🙂

Achei um site bem bacana que tem vários experimentos desse tipo para vc participar, dá uma olhada:

ZOOUNIVERSE

Um dos projetos bem bacanas do site é o Snapshot Serengueti, esse da figura abaixo.

snap

 

Nele, a gente ajuda os cientistas do Parque Nacional do Serengueti, na África, a analisar as fotos coletadas por centenas de armadilhas fotográficas espalhadas pelo parque, identificando os animais e permitindo, assim, entender a abundância e a distribuição dessas espécies pelas áreas do parque. Para participar é só clicar aqui . Demais, né?

Bom, é isso aí pessoal! Espero que tenham gostado e que participem de algum desses projetos bacanas 🙂 Se vc conhecer outro projeto assim escreva pra me contar!!!

Bjks

Lau

Calendário Floral

17 maio

Oi pessoal, td bem?

Olha só, o pessoal da minha sala sempre fica doido quando a professora de bio trabalha com os tópicos de botânica. Todos acham sem graça e tals…Bom, mas eu achei um blog super maneiro, o Calendário Floral. Ele é produzido pela Carol e mostra que botânica pode ser muito, mas muito bacana. O blog dela ainda tá no comecinho, mas já tem umas coisas muito legais. Corre lá pra ver, é só clicar na imagem aí de baixo:

Bom, corram lá pra ver e depois me contem o que vcs acharam.

BJOKS

LAU

O gigante da floresta

4 maio

Oi gente!!!

Bom, ontem eu vi uma foto da querida Isis do Xis-Xis — que daqui a pouco acaba virando minha sócia aqui…hihi — perto de uma árvore grandona. Me lembrei de uma outra gigante, que de tanto que gosto considero até da família 🙂 O grande jequitibá-rosa do Parque Estadual de Vassununga. Esse parque fica em uma cidade chamada Santa Rita do Passaquatro e tem, além desse gigante, outras árvores lindas e vários animais bacanas.

Bom, lá eu já vi bem de pertinho um Lobo-guará e uma família de macacos-prego 🙂 Mas vamos voltar ao Jequitibá… Dizem que esse gigante de Vassununga tem aproximadamente 3 mil anos :O Já imaginou, todo esse tempo e continua lá, firme, forte e lindo, como que tomando conta do resto da floresta que fica em sua volta!

Ahhh, eu descobri uma coisa incrível! O nome jequitibá vem do Tupi,  e significa Gigante da Floresta!!!!!!! Tem até uma música suuuper legal do Hélio Ziskind que fala sobre isso, se liga:

Aliás, ele tem um disco inteiro que conta a história de um outro jequitibá, só que lá de Minas Gerais. E sabem como se chama o disco? O gigante da floresta  🙂 Bom, mas os jequitibás são árvores raras, pois tem um ciclo de vida longo e precisam de matas bem conservadas para que suas sementes se desenvolvam.  Mas vamos voltar a Vassununga. Tenho uma nova amiga chamada Natália Allenspach que, vira e mexe, tb visita o o gigante! Ela é uma Ornitóloga, ou seja, uma especialista em aves. Ela me disse que esse parque é ótimo pra quem gosta de observar esses caras voando, cantando e fazendo festa :). Bom, a Natália tb tem um blog super maneiro, olha só:

Bacana, né? Bem, a Natália fez um post no blog falando exclusivamente do Vassununga. Aqui ó:

Passarinhando no Parque Estadual de Vassununga

Bom, para saber mais sobre o Parque é só entrar aqui: Trilhas de São Paulo

Por hj é o que temos pessoal. Espero os comentários 🙂

Ahhhh, vamos ajudar a proteger os jequitibás e todo o resto da floresta!!!!!!!

No próximo post vou contar sobre a minha visita ao museu de ciências de João Pessoa – PB 🙂

Até lá gente.

BJOKS,

LAU