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Nautilus

23 mar

Oi pessoal, td bem? Nossa, achei que hoje não ia dar tempo de postar mais alguma coisa, mas nos 45 do segundo tempo estou aqui 🙂

Bom, continuo pensando muito nessa história de ficção científica e resolvi falar um pouco mais sobre isso neste post. O que acontece é que quanto mais eu converso com o Júlio Verne…é…quer dizer, quanto mais eu leio seu livro e pesquiso sobre ele, mais eu vou entendendo como é que a ciência vai sendo construída. Eu descobri, por exemplo que ela ajuda a gente a compreender melhor o mundo e até a desmistificar algumas coisas. Bom, vou dar um exemplo: quando estávamos viajando no Nautilus…ops…quer dizer, quando estava pensando no Nautilus e nas aventuras do Capitão Nemo, fiquei imaginando uma baleia Jubarte. Antigamente os navegadores achavam que elas eram monstros marinhos, que destruiriam as embarcações e tal, outros achavam que era um peixe gigante! Então vem a ciência e resolve esse mistério esclarecendo que a Jubarte é um Mamífero, exatamente como nós, e além disso é um animal inofensivo e lindo, é claro. Nossa, viajei tanto nisso, fiquei pensando tanto na baleia e no seu canto que até achei um vídeo pra colocar aqui:

Lindo né? Bom, continuando…conversando com o Júlio, ou melhor PESQUISANDO sobre ele, fui percebendo que ele queria, além de divertir a gente com seus livros, fazer a gente pensar a ciência, refletir sobre ela e estimular seus leitores a, quem sabe, transformarem-se em cientistas. Ele era vidrado em ciência, lia tudo a respeito e sempre conversava com vários cientistas, incluindo seu primo chamado Henry que era matemático.

Assim, ele sempre ficava sabendo das mais recentes descobertas e podia viajar nas suas obras. No último post eu disse que ele era um visionário, meio profético até, mas isso pq ele misturava todo o conhecimento científico que tinha com a sua imaginação. Ele era bem chegado numas EXPERIÊNCIAS IMAGINÁRIAS como eu…hahaha.

Lendo o livro “Da Terra à Lua” e conversando a respeito com minha tia Clau, fiquei sabendo que o Júlio acertou quase tudo que permitiria uma viagem espacial bem antes que elas se concretizassem. Ele acertou, por exemplo, que o material que seria usado na construção das naves seria o alumínio. Na época do livro, o alumínio tinha sido recém descoberto, mas lendo a respeito das suas propriedades ele percebeu que era um material que se enquadrava nas nescessidades de uma viagem espacial por ser muito resistente e ao mesmo tempo leve.

Outra coisa que ele acertou foi que o lançamento das naves deveria ser realizado próximo ao Equador. Isso porque o Júlio conhecia muito bem as leis do Newton e compreendeu muito bem o que é a Velocidade de escape . Em outras coisas o Júlio errou, como quando sugeriu que as naves seriam lançadas por canhões. Se isso ocorresse os coitados dos astronautas seriam esmagados pela aceleração brusca do projétil. Mas na época do Júlio, a balística era uma área muito discutida pela ciência. Já os foguetes, ainda nem eram alvo de grandes estudos. Pesquisando um pouco mais, achei um post bem legal no blog J.Verne , dá só uma olhada:

“Invenções” de Júlio Verne que se tornaram reais

Toda essa história me fez compreender que a ciência vai sendo contruída tijolinho por tijolinho, um cientista sempre parte do conhecimento gerado por aqueles que vieram antes dele pra avançar ainda mais com suas ideias. Percebi que na ciência não existem verdades absolutas, ou seja, o que é certo hoje amanhã pode não ser mais. legal isso né? Como diz a minha tia “A ciência é um processo infinito de construção de conhecimento”, agora nas minhas palavras acho que a ciência é uma casa que por mais tijolos que sejam colocados nunca vai ficar pronta…rs.

Bom, vou deixar um vídeo bem legal do lançamento do foguete que levou os astronautas da Apollo 11 pra Lua. Nele dá pra ver a velocidade do foguete e perceber que ele vai acelerando aos poucos pra não esmagar a tripulação como aconteceria se fossem lançados por um canhão:

Bom gente, espero que gostem do post de hj. Espero os comentários :))

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Viagens da Laura com Júlio Verne

22 mar

Oi pessoal, td bem com vcs? Espero que sim.

Bom gente,  hj — como já devem ter percebido pelo nome do post — Vou falar um pouquinho de FICÇÃO CIENTÍFICA e é impossível falar desse assunto sem citar o grande Júlio Verne. Bom, eu comecei a ler um livro dele chamado “Da Terra à Lua” que foi presente da minha tia Clau. No começo, tenho que admitir que fiquei com um pouco de preguiça de ler, sabe como é né? Tô acostumada com a internet, textos curtos, imagens à milhão etc… ah, mas como eu me surpreendi quando comecei a ler e a sentir as imagens, sons e até cheiros e sabores sendo criados na minha imaginação. Bom, nem preciso dizer que não parei mais de ler.

Fui  curtindo os personagens, e percebendo como o Júlio Verne era genial.  O que foi me deixando fascinada é que o Júlio descrevia coisas no texto que naquele tempo ainda não existiam! Coisas que nem os cientistas da época tinham certeza ser possível realizar. Ele era um baita de um visionário, nesse livro mesmo, ele acerta várias coisas sobre uma possível viagem à lua e que foram aplicadas dezenas de anos depois quando o homem finalmente pisou na lua. Eu dei uma pesquisada e achei aqui um vídeo de um filme muito antigo, de 1902, inspirado nesse livro do Júlio que estou falando. Tá certo que o diretor do filme deu umas piradas, mas isso fez com que o filme ficasse até engraçado. Dá só uma olhada:

Curioso não é? Mas pra quem nunca viu, achei o vídeo do homem chegando de verdade pela primeira vez à lua. Foi a missão Apollo 11. Nesse vídeo o astronauta Neil Armstrong fala sua célebre frase: “Um pequeno passo para um homem, mas um gigantesco salto para a humanidade”.

Gente, isso deve ser o máximo! Até arrepia assistir. Imagina o Júlio Verne então, já pensou se ele tivesse assistido a isso para confirmar suas previsões? Aiai, vou confessar viu, virei ultra fã do Júlio Verne e lendo seus livros fico a cada dia mais interessada por ciência. Exatamente como aconteceu com a minha tia Clau quando ela tinha minha idade.  Eu fiquei pensando nisso, como a ficção científica vai estimulando a gente a aprender ciência, dei uma pesquisada e achei descobri que a Ciência Hoje está falando sobre esse mesmo tema, é até capa da revista:

Ciência Hoje

Também achei esse outro texto:

Ficções Científicas podem inspirar jovens a se tornarem cientistas

Bom, cada vez mais eu fico mais fã do Júlio e quero conhecer muitas de suas obras ainda, como o Frederico J. do blog J.Verne que sempre dá uma passadinha aqui no blog pra conhecer minhas aventuras.

Além do Júlio tb me amarro nos seus personagens, como a capitão Nemo. Bom, mas isso já é outra história. Bom, espero que gostem do post de hj queridos.

Quero comentários hein…até :))